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As escolhas de... Patrícia Matos

Fotografia: Carlos Ramos


Nascida a 28 de março de 1984, Patrícia Matos dispensa apresentações. Habituada a que olhem para si, olha para si mesma como comunicadora, formadora e blogger.


Assume, atualmente, a função de coordenadora política e assistente local do eurodeputado Francisco Guerreiro, mas é muito mais do que isso. Deu notícias na TVI e foi cara das manhãs da estação de Queluz de Baixo durante mais de duas décadas e, por isso, domina o território entre a disciplina e o improviso como ninguém.


Veja abaixo as escolhas para a hAll de uma das comunicadoras mais marcantes da sua geração:

Artista preferido... "Beyoncé. Só podia ser uma mulher. E escolho-a pela sua extraordinária capacidade de reinvenção, de adaptação e superação."

Livro favorito... "São tantos! Mas escolho 'Homo Deus', de Yuval Harari, por ter mudado a minha visão do futuro."

O filme da sua vida... "Não digo que tenha um, mas aquele que vejo sempre sem nunca me importar é 'A vida é Bela', de Roberto Benigni."

Última peça de teatro a que assistiu... "Regressei ao teatro este domingo [2 de maio], mais de um ano depois e com muitas saudades. Fui ver 'Perfeitos Desconhecidos' ao Teatro Maria Matos."

Série que não perde por nada... "Qualquer uma que envolva política. Estou numa luta para acabar 'Borgen', na Netflix, mas não tenho tido muito tempo."

A música que tem ouvido nonstop... "Entre as recentes, a que ouço é 'Hypnotized', dos Purple Disco Machine, Sophie and The Giants. A que ouço sempre em loop é 'Um lugar ao Sol', dos Delfins."

Um restaurante a que volta vezes sem conta... "Volto sempre, sempre ao 'Descobre', em Pedrouços."

Um vinho que aconselha... "Qualquer um que seja tinto e do Douro."

A sua viagem de eleição... "Porto Santo é sempre uma excelente opção, mas quero ir ao Butão descobrir o índice de Felicidade Interna Bruta."

Os tempos livres são para... "Não tenho muito tempo livre, mas gosto bastante de ler e de receber amigos em casa. Não tanto agora..."

Começar bem o dia é com... "Janelas abertas, um sorriso e um agradecimento por mais um dia".

Uma memória... O dia em que defendi a minha tese de Mestrado, em 2015. Permitiu-me perceber que a minha vida ia passar pelo mundo académico e que isso me fazia muito feliz. Tanto que estou, atualmente, a escrever a tese de Doutoramento."

Lema de vida... "Escolho dois: 'O Homem é o Homem e a sua circunstância' e 'Não é vontade, é disciplina'."

A vida em pandemia... "Deu-me vontade de mudar de trabalho e isso foi um ato de coragem. Não esperava era que me obrigasse a estar tanto tempo em teletrabalho, mas agradeço essa experiência. Permitiu-me desenvolver skills que desconhecia, apurar a resiliência e a capacidade de desligar."

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