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Coala Festival está quase aí com Caetano Veloso, Slow J e Marina Sena. Eis tudo o que precisa de saber

  • 13 de mai.
  • 2 min de leitura

A terceira edição do Coala Festival em Portugal arranca dia 30 de maio, em Cascais. A hAll conta-lhe tudo o que o espera.



Entre concertos ao ar livre, música eletrónica, gastronomia e encontros improváveis entre diferentes gerações da música lusófona, o Coala Festival prepara-se para voltar a Cascais nos dias 30 e 31 de maio. O evento regressa ao Hipódromo Manuel Possolo com uma programação que junta artistas de Portugal, Brasil e países africanos de língua oficial portuguesa, distribuídos por vários palcos ao longo de dois dias.


Depois de duas edições em Portugal, o Coala Festival Portugal regressa com um cartaz que cruza diferentes gerações e estilos da música lusófona. Irão atuar Caetano Veloso, Bonga, Slow J, João Gomes, Lulu Santos, Marina Sena, Ana Frango Elétrico e Zeca Veloso. O festival contará ainda com um espetáculo especial de Branko com participação de Tuyo. A curadoria é assinada por Gabriel Andrade, sócio-fundador do festival, em conjunto com o músico e escritor angolano Kalaf Epalanga.



Em declarações à hAll, Fernanda Pereira, sócia e head de operações do festival, afirma que o Coala Festival tem um lado "muito bonito". "As pessoas vão abertas. Vão para descobrir, não só para consumir o que já conhecem."


A edição deste ano reforça essa ideia de descoberta. O cartaz mistura artistas históricos com nomes emergentes da música brasileira, portuguesa e africana, algo que, segundo a responsável, sempre fez parte da identidade do festival. "Sempre quisemos criar este encontro entre quem já construiu uma história com quem está a começar a escrever a sua." E há exemplos claros dessa ligação: "O Slow J, que é um grande fã do Bonga, ou o Zeca Veloso, filho do Caetano Veloso, que vem apresentar o seu novo álbum".


Além dos concertos principais, o festival volta também a apostar no Super Bock Club, o palco dedicado à música eletrónica e às linguagens mais experimentais. Por lá vão passar nomes como DJ Danifox, Gayance, Rita Maia, Blaya e Helena Camarero.


Outro dos destaques desta edição estará na própria experiência do festival. A cenografia volta a assumir um papel importante, transformando o recinto num "oásis cultural" onde natureza, arte e tecnologia convivem lado a lado. A ideia é que o espaço funcione como prolongamento da programação artística, criando zonas de encontro, contemplação e descoberta. "A cada edição sentimos que o Coala deixa de ser 'um festival brasileiro em Portugal' e passa a ser um festival que pertence também a este lugar", explica Fernanda Pereira.


Mais: a gastronomia também entra nessa lógica multicultural. "Tentamos trazer o mesmo espírito do festival para a comida. Há Brasil, mas não só."


Fernanda Pereira acredita que o Coala se distingue precisamente pela experiência criada à volta da música. "É daqueles festivais que se sente. Não é só sobre ver concertos. É sobre estar ali, descobrir coisas, conectar-se… e sair diferente daquilo que era quando entrou."


Os bilhetes diários para o Coala Festival Portugal custam 74 euros, enquanto o passe geral de relvado para os dois dias está disponível por 129 euros. As restantes modalidades de bilhete já se encontram esgotadas. Espreite o cartaz completo aqui.

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