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Estas louças (todas catitas) são feitas em Portugal e prometem ser um sucesso

Antes das interrogações da pandemia a invadirem, Maria Simões de Almeida, de 25 anos, sonhava com uma carreira no turismo. Mas é na cerâmica que tem ganho notabilidade, tendo, recentemente, lançado a marca Out Of Order Ceramics. O objetivo? Internacionalizar.


A ideia vinha a ser cozinhada na cabeça de Maria desde dezembro do ano passado. Licenciada em Gestão Hoteleira, estava prestes a assinar contrato na empresa onde estagiava quando a pandemia a atirou para o desemprego. Com a vida em perspetiva e tanto por conquistar, pôs mãos à obra - literalmente. Tudo começou quando decidiu inscrever-se numa aula de cerâmica. Gostou tanto daquilo que foi aprender mais no Youtube. Mais tarde, seguiu-se uma formação de roda de oleiro e daí até aventurar-se a ter uma marca própria foi um pequeno passo.

Todas as peças saem das mãos da própria. A ideia, explica à hAll, é que sejam "toscas e imperfeitas", uma vez que, além da moda e do ambiente urbano, a inspiração chega da natureza.


A sustentabilidade também é uma das prioridades de Maria - e, por consequência, da Out Of Order Ceramics. "É uma grande preocupação", mas requer mais investimento "e para quem está a começar um negócio é complicado", lamenta. Ainda assim, faz questões de colocar em prática pequenas mudanças: as peças são embrulhadas em folhas de jornal e enviadas em caixas com material reciclado.


Conheça abaixo algumas das peças, à venda online, cujos preços variam entre os 10 e os 35 euros:

Website: www.outoforderceramics.com

Instagram: @out.of.order.ceramics