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Crítica. “Mutiny: Código Vingança” volta a colocar Jason Statham contra o mundo

há 18 horas
2 min de leitura

"Mutiny: Código Vingança" chegou aos cinemas a 20 de agosto com Jason Statham no papel que tão bem conhece.



★★★☆☆


Há certas garantias na vida. Todos os dias pessoas nascem, outras morrem e, claro está, Jason Statham entra num filme de ação onde é ele contra o mundo. O homem que já foi apicultor, militar, segurança, mergulhador especializado, entre tantas outras profissões que o seu currículo cinematográfico foi acumulando ao longo dos anos, parece ter encontrado a sua verdadeira vocação: ser Jason Statham.


Muito se tem dito sobre a semelhança entre os filmes em que participa e sobre a confortável repetição de uma fórmula que, apesar de tudo, continua a encontrar público. E não vamos contrariar essas acusações. O próprio ator já reconheceu que se sente particularmente confortável neste tipo de papéis.


Chegamos, assim, a 2026 e, como seria de esperar, há mais um filme para acrescentar à lista. Chama-se "Mutiny: Código Vingança" e, desta vez, Statham veste a pele de Cole Reed, veterano das Forças Especiais, antigo polícia da NYPD e segurança particular. Uma vez mais, a profissão pode mudar, mas a essência da personagem permanece familiar.


Quando o seu chefe bilionário é assassinado, Reed vê-se transformado no principal suspeito do crime. Foragido e determinado a provar a sua inocência, embarca numa perseguição que o conduz ao centro de uma conspiração de contornos internacionais. A partir daqui, o filme segue um percurso que não é propriamente desconhecido para quem já se cruzou com este género.


Realizado pelo veterano francês Jean-François Richet, "Mutiny: Código Vingança" parece pouco interessado em questionar os códigos do género em que se insere. Reinventar a roda nunca parece ter estado na lista de prioridades. Ainda assim, há uma certa honestidade nessa escolha. A sua ambição resume-se a colocar Jason Statham no centro da ação, deixá-lo resolver problemas com os métodos que lhe conhecemos e garantir ao espectador cerca de 90 minutos de entretenimento sem grandes complicações. E não há necessariamente nada de errado nisso.


Assista ao trailer abaixo:



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