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Review. Testámos a linha FREE Evolve da sloggi e a melhor parte foi esquecermo-nos dela

  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

Conforto não devia ser um luxo na roupa interior. A nova FREE Evolve, da sloggi, promete exatamente isso e a hAll fez o teste.



Há duas coisas que todas sabemos, mas raramente dizemos em voz alta: quando a roupa interior é desconfortável, o dia torna-se penoso. Se já contou as horas para chegar a casa e tirar o soutien, sabe exatamente do que falo. Por outro lado, quando é mesmo confortável, quase nos esquecemos que a temos vestida - e, convenhamos, esse é o melhor cenário possível.


Foi com essa lógica simples que aceitei experimentar a linha FREE Evolve, da sloggi. A promessa era apelativa. Peças leves, em micro modal ultra respirável, pensadas para acompanhar o movimento. Já a dúvida era outra: será que funcionam num dia real, com várias horas de trabalho, deslocações, reuniões e correrias?


A primeira reação ao vestir foi imediata. O toque é macio e as peças têm elasticidade suficiente para não darmos por nós com aquela sensação de aperto que começa subtil e, ao fim de algumas horas, já se torna impossível ignorar. Além disso, testei as peças em dias longos e houve um detalhe que me convenceu: respiram. Parece básico, mas sabemos que nem sempre acontece.


Depois há o lado estético, que também conta. A FREE Evolve foi pensada para fazer mix and match: há versões lisas e discretas, ideais para quem prefere modelos mais discreto, mas também há renda. A coleção inclui soutiens almofadados e push-up, tops reversíveis, cuecas mini, hipster e tanga, além de bodies, spaghetti tops e até cycling shorts. Ou seja, não é só lingerie para "ficar escondida". Há peças que entram facilmente no guarda-roupa do dia a dia. As cores são igualmente seguras e fáceis de conjugar.


Outro ponto positivo: a gama vai do XS ao XXL. A sensação é mesmo de que o tecido se adapta ao corpo e não o contrário.


Há ainda um detalhe que me parece relevante mencionar. O micro modal tem licença Lenzing e certificação Global Recycled Standard. Traduzindo:há uma preocupação com a sustentabilidade das fibras. Não é algo que se veja ou sinta na pele, mas é algo que pesa na consciência.


Se é lingerie para impressionar? Não diria. Mas é roupa interior para usar e muito. Para aqueles dias normais, reais e exigentes, em que queremos sentir-nos confortáveis e seguras, sem pensar demasiado. E, honestamente, para mim, isso vale mais do que qualquer efeito wow momentâneo.


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