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"Falar sobre Fertilidade fica bem": Wells reforça literacia feminina em Portugal

  • 2 de mar.
  • 2 min de leitura

A poucos dias do Dia Internacional da Mulher, a 8 de março, a Wells anuncia o lançamento de uma iniciativa dedicada à fertilidade



Em Portugal, a maternidade está a acontecer cada vez mais tarde. Em 2024, a idade média no nascimento do primeiro filho fixou-se nos 30,3 anos, mantendo-se acima dos 30 pelo quinto ano consecutivo. É neste contexto que a Wells lança um projeto nacional dedicado à fertilidade, com o objetivo de reforçar a literacia, combater mitos e facilitar o acesso a informação clara e validada sobre saúde reprodutiva.


A iniciativa surge com o apoio da Associação Portuguesa de Fertilidade e da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução. No centro do projeto está o reforço do hub wells.pt/mulher, que passa a integrar uma área exclusivamente dedicada à fertilidade. Os conteúdos, desenvolvidos com especialistas, estão organizados por fases da vida reprodutiva e abordam temas como fatores que influenciam a fertilidade, opções de preservação, preparação da conceção e sinais de alerta para possíveis dificuldades. Está também previsto um guia de apoio com respostas a perguntas frequentes.


A campanha "Falar sobre Fertilidade fica bem" acompanha a iniciativa e terá presença em televisão, rádio, exterior e digital. O tema chega ainda ao podcast "Não Fica Bem Falar de…", moderado por Jessica Athayde, que estreia novos episódios dedicados à fertilidade e às diferentes experiências associadas ao tema.



Segundo Miguel Raimundo, especialista em Ginecologia-Obstetrícia e um dos autores dos conteúdos do hub, a falta de informação contribui para a perpetuação de mitos e decisões tardias. "A fertilidade é um pilar fundamental da saúde da mulher. Quando a informação não chega, abre-se espaço à desinformação", sublinha em comunicado, defendendo que o acesso a conteúdos credíveis pode ajudar a orientar expectativas e incentivar uma abordagem mais precoce quando existem dificuldades.


A Wells anunciou ainda que irá apresentar, nos próximos meses, um estudo nacional sobre saúde e bem-estar das mulheres em diferentes etapas da vida. Dados preliminares indicam que oito em cada 10 mulheres portuguesas consideram que se fala pouco de fertilidade e que uma em cada três aponta dificuldades no acesso à informação.


A marca revela também que está a investir dois milhões de euros na área da saúde e bem-estar feminino, um plano que teve início no ano passado e que continua em curso.

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